Eles vinham sempre sozinhos, quase não se ouvia falar deles.
Quase não se via, quase não apareciam.
Vinham de encontro à multidão.
Embrenhavam-se por entre os demais
Todos unidos, do mesmo lado, uma mesma força.
Faziam parte de um mesmo grupo
E essa multidão obedecia a um só comando
E eles lá iam juntos, solitários em meio a tantos iguais.
Não importava a diferença, destacavam-se.
É só olhar entre eles com pouco mais cuidado e lá os avistavam
Estavam sempre lá, juntos aos demais.
Cada um no seu espaço
Às vezes ao sabor do vento, sem muita ordem.
Depois de um tempo, outros solitários dentre a multidão de iguais.
Um aqui, outro acolá.
Agora são mais, outros solitários.
Eles nunca se cruzam
Parece saber o território de cada um
Para que tomem conta de cada parte, de cada espaço.
Sempre solitários, pacíficos, mas se destacam.
Fazem a diferença, os vemos de longe.
Não sei quantos são na retaguarda,
Lugar de pouca visibilidade,
Misturam-se dentre os demais, lá eles conseguem.
Em viagem para o campo,
Em férias da grande batalha,
Em averiguação aos demais,
Surpreendi-me, tamanho susto que levei.
Encontrei, pela primeira vez.
Dois solitários que se cruzavam,
Estavam lá, lado a lado.
Para minha tristeza.
Inconsolável, não os perdoei.
Agora juntos, isso é demais para mim.
Arranquei-os, com alguma dificuldade, sem muita habilidade.
Mas arranquei-os sem piedade de onde estavam.
Apertei os olhos, olhei-os contra a luz.
Eram eles!!
Agora em par.
Inconfundíveis cabelos brancos.
Quase não se via, quase não apareciam.
Vinham de encontro à multidão.
Embrenhavam-se por entre os demais
Todos unidos, do mesmo lado, uma mesma força.
Faziam parte de um mesmo grupo
E essa multidão obedecia a um só comando
E eles lá iam juntos, solitários em meio a tantos iguais.
Não importava a diferença, destacavam-se.
É só olhar entre eles com pouco mais cuidado e lá os avistavam
Estavam sempre lá, juntos aos demais.
Cada um no seu espaço
Às vezes ao sabor do vento, sem muita ordem.
Depois de um tempo, outros solitários dentre a multidão de iguais.
Um aqui, outro acolá.
Agora são mais, outros solitários.
Eles nunca se cruzam
Parece saber o território de cada um
Para que tomem conta de cada parte, de cada espaço.
Sempre solitários, pacíficos, mas se destacam.
Fazem a diferença, os vemos de longe.
Não sei quantos são na retaguarda,
Lugar de pouca visibilidade,
Misturam-se dentre os demais, lá eles conseguem.
Em viagem para o campo,
Em férias da grande batalha,
Em averiguação aos demais,
Surpreendi-me, tamanho susto que levei.
Encontrei, pela primeira vez.
Dois solitários que se cruzavam,
Estavam lá, lado a lado.
Para minha tristeza.
Inconsolável, não os perdoei.
Agora juntos, isso é demais para mim.
Arranquei-os, com alguma dificuldade, sem muita habilidade.
Mas arranquei-os sem piedade de onde estavam.
Apertei os olhos, olhei-os contra a luz.
Eram eles!!
Agora em par.
Inconfundíveis cabelos brancos.
Faby_15.09.09