terça-feira, 8 de julho de 2014

Bem te quero


Estive cá a pensar sobre os bons ventos,
Daqueles que dançamos sem perceber,
Horas a fio passam e repassam em meu pensamento,
Impossível não lembrar de nosso pertencer!

Um grande feito se aproxima,
Cheio de alegria, flores e sinas,
Com os nossos amigos, celebraremos a vida,
Impossível não lembrar de sua companhia!

Tão logo o sonho desperte,
E gigantesco em sua forma fique,
Quero tê-la por perto,
E as mais lindas boas lembranças, que nos trisquem!

Fabi_Jul/14

La Poesia



Carinhosamente lhe escrevo celebrando algo ímpar: a sensibilidade!
Entre encontros e desencontros dançamos ao vento da vida,
E cá estamos, hoje, nesta singela escrita,
O Universo nos brindando com as possibilidades!

Os quadros possuem a particularidade de nosso contato,
No mesmo local, do mesmo ângulo fomos tocadas,
E a vista? A mesma! Sem sequer termos combinado,
Em tempos diferentes neste país e nossas estadas.

Assim como o nome do comercio da fotografia,
É a nossa vida, repleta de rimas e entoadas,
Muitas vezes não fonêmicamente estruturadas,
Mas felizmente espiritualmente encaixadas!


Fabi_Jan/14

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Do que a gente não vê, não pega, não descreve.

Mouro´s Castle
Vida essa que me embala em seus ventos
Calorosa, perfumada, me enriquece
Me leva para dançar mesmo que eu não saiba a música,
Deixa-me mais e mais presentes a cada próximo, tão perto momento,
Brinda aos seus encantos minhas descobertas maravilhosas,
Me abraça aos tropeços e me rodopia para entrar em um novo compasso.
E vejo, a cada momento uma linda cena,
Meu olhar apura mais e mais a sensibilidade de me encontrar em meus momentos, nos seus momentos,
Com direito a trilha sonora, perfume e encantos,
Registro com meus sorrisos sua magia de alma que me leva onde eu nunca pisei.
Realizo mais e mais, me encanto mais e mais.
Encontrei nos ventos da vida, minha corrente de ar quente, faz-me planar horas a fio admirando cada detalhe de um ângulo jamais imaginado.
As palavras tornam-se inúteis, pequeninas, pobres.
É intransferível! Impossível! In...in....in..in,
Palavras enferrujadas das impressões para leitura aqui neste espaço tão eu e tão seu que me passa os olhos tentando me  ler, estas mesmas palavras inúteis assistem a explosão de sentimentos e experiências das infinitas conexões de pensamentos e fluídos de alma, sentidos em cada poro dessa máquina sujeita à mortalidade.
Sentimento dúbio.
Nos torna solitários preenchidos do mundo inteiro e mais tudo o que ainda não veio.
A felicidade depois de encontrada é insolúvel, é uma praga, pega, cola, gruda e não sai mais, só aumenta.
Imensa!

Fabi 23.02.2014_00:36h