quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Conversa de msn, ô saudade!

"Daniele diz:
saudades da infância...quando não tinha responsabilidades.....quando minha bicicleta não ficava parada e meus sonhos eram mais reais..."

Como diz Marcelo D2:
"...Saudade do que eu vivi, saudade do que eu nem vi..."

"...A saudade não tem pena,
Não tem dó nem compaixão,
Não perdoa só condena,
A saudade é uma prisão.
A saudade é uma praga
Que o rosto não disfarça.
Passam dores, passam mágoas,
Mas a saudade não passa..."

Por isso como na frase do msn dela diz eu canto para todos:
" Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí, levando o violão debaixo do braço; em qualquer esquina eu paro, em qualquer botequim eu entro e se houver motivos, é mais um samba que eu faço. Se quiseres saber se volto. Diga que sim! Mas só depois que a saudade se afastar de mim..."

Faby 08.09.2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Mana Velha, mano velho

A gente quer se fazer de forte e tals.... mas é tão difícil o momento que sentimos toda essa distância....

É como se uma parte nossa se vai, apesar da alegria por novas vivências e o quanto te fará bem...
Isso me custa esse pesar que não tem fim.

Tranco esse meu "eu" no quarto para que chore sozinho, baixinho, desabafe sem que ninguém veja.

E me refaço
Dói tanto...
Faby 17.08.2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Sarau IV - Celebração



Meus Amigos,

Eis que está para acontecer
O "Sarau do Início"
Ao contrário que pensas
Sem capa ou pencas
Apenas do que é novo
E o velho se faz princípio
-o-

Estes dois se misturam
Num gosto sem igual
Nos balança, entristece e alegra
Viveremos mais desta prosa
Em nosso encontro no Sarau.
Faby 18.06.2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Põe pra fora!


Uma vez uma amiga me disse:

"- Você está com essa dor (de cabeça) porque tem um monte de coisa aí que você não quer falar."

Ok, aqui vai:

Blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá. Blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.
Blá blá.
Blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.
Blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.
Bblá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.
Blá blá blá blá blá blá blá blá blá.
Blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.

Faby mai.2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma palavra por vez



Essa pode ser a primeira
O que para mim é
Tudo pode ser nos dias que virão
Cada macaco no seu galho
Nos cabe a busca nos convém o encontro
Longe do que é meu
Tão só e tão junto
Bicoito! Não bolacha.
Se a conversa fizesse sentido não haveria o agora
As bolhas da minha sombra transparente que não vê
Transborda e derrama sem demora
Dançar
Um balde de entrega, algumas gotas de razão
Do que me identifico e passa por mim
É doce e duro, porque agora?
Não agüento mais caralho
Alegria, alegria...eis que tudo é luz e cor
O vento e tudo o mais
O tempo, uma lágrima e uma mágica
Passo.
Te fazer sorrir uma vida inteira!
De um silencioso duelo de gigantes
Limpo, puro e tão leve como o vento
A Kika cuida de todos
Daqui se vê desenhos em nuvens
Infinitos pulsos de inúmeros sentimentos
De repente tudo é paz.
Começa aqui.
E viva as possibilidades!!!

28.03.2010
Perf – 23:37

De lá pra cá



... E passou tanto tempo
Tanta coisa mudou
Hoje, um presente de um futuro que não conhecíamos
Não lembro se acertamos algo que chutamos
Com quantos dias se faz um futuro?
Nostalgia me obriga a relembrar
Nesses anos me encontrei e perdi a conta de quantas vezes me perdi
(Será que ainda estou perdida?)
Hoje eu tenho essas doenças do futuro
Tenho comigo que a palavras “stress”, deveria ter muito mais letras para funcionar como sigla para todas as doenças que ela causa.
A gente tem dessas coisas só para poder se identificar em alguma letra... Essas coisas de “um não sei o que” velado.
Confesso que todas essas coisas de futuro tem exercitado minha fé, seja a cada novo exame traduzido pelo médico, seja nesse futuro que insisto em me encontrar ou me perder, depende...

Vejo que ganho muitos dias... Um futuro mais longo.
Reflito...
Faby 10.03.2010