segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma palavra por vez



Essa pode ser a primeira
O que para mim é
Tudo pode ser nos dias que virão
Cada macaco no seu galho
Nos cabe a busca nos convém o encontro
Longe do que é meu
Tão só e tão junto
Bicoito! Não bolacha.
Se a conversa fizesse sentido não haveria o agora
As bolhas da minha sombra transparente que não vê
Transborda e derrama sem demora
Dançar
Um balde de entrega, algumas gotas de razão
Do que me identifico e passa por mim
É doce e duro, porque agora?
Não agüento mais caralho
Alegria, alegria...eis que tudo é luz e cor
O vento e tudo o mais
O tempo, uma lágrima e uma mágica
Passo.
Te fazer sorrir uma vida inteira!
De um silencioso duelo de gigantes
Limpo, puro e tão leve como o vento
A Kika cuida de todos
Daqui se vê desenhos em nuvens
Infinitos pulsos de inúmeros sentimentos
De repente tudo é paz.
Começa aqui.
E viva as possibilidades!!!

28.03.2010
Perf – 23:37

De lá pra cá



... E passou tanto tempo
Tanta coisa mudou
Hoje, um presente de um futuro que não conhecíamos
Não lembro se acertamos algo que chutamos
Com quantos dias se faz um futuro?
Nostalgia me obriga a relembrar
Nesses anos me encontrei e perdi a conta de quantas vezes me perdi
(Será que ainda estou perdida?)
Hoje eu tenho essas doenças do futuro
Tenho comigo que a palavras “stress”, deveria ter muito mais letras para funcionar como sigla para todas as doenças que ela causa.
A gente tem dessas coisas só para poder se identificar em alguma letra... Essas coisas de “um não sei o que” velado.
Confesso que todas essas coisas de futuro tem exercitado minha fé, seja a cada novo exame traduzido pelo médico, seja nesse futuro que insisto em me encontrar ou me perder, depende...

Vejo que ganho muitos dias... Um futuro mais longo.
Reflito...
Faby 10.03.2010