Desconsolado, ando pelo mundo
Procurando um sabor de sossego
Tentando identificar em um olhar
Minhas verdades, minhas ansiedades, meus apegos
Olhares perdidos se cruzam
Milhares
Essa inquietude que aperta a alma
Invade meu sono e explode em meu corpo
Quero voar aqui dentro e descobrir
O mundo que assusta os rotineiros e mornos
Que preferem o não dito, o silêncio
Descobrir a dura convivência com os porcos-espinhos
Hipócritas ao deleite de sua classe
Injustos na condenação da verdade melhor dita
Dos corações sinceros ainda cheios de defeitos
Os caminhos se dividem e entorpecem
As cobranças se afunilam em meu futuro
Ferem como abraços em cactos
Tomam-me por inteiro
Corpo, alma, mente e coração
Procurando um sabor de sossego
Tentando identificar em um olhar
Minhas verdades, minhas ansiedades, meus apegos
Olhares perdidos se cruzam
Milhares
Essa inquietude que aperta a alma
Invade meu sono e explode em meu corpo
Quero voar aqui dentro e descobrir
O mundo que assusta os rotineiros e mornos
Que preferem o não dito, o silêncio
Descobrir a dura convivência com os porcos-espinhos
Hipócritas ao deleite de sua classe
Injustos na condenação da verdade melhor dita
Dos corações sinceros ainda cheios de defeitos
Os caminhos se dividem e entorpecem
As cobranças se afunilam em meu futuro
Ferem como abraços em cactos
Tomam-me por inteiro
Corpo, alma, mente e coração
Out/2007
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